A doença arterial periférica (DAP), também conhecida como doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) ou aterosclerose obstrutiva periférica, é uma condição médica na qual os vasos sanguíneos que transportam sangue para as extremidades do corpo, como as pernas e os braços, tornam-se estreitados ou obstruídos devido ao acúmulo de placas de aterosclerose.
A aterosclerose é um processo no qual placas compostas de gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias se acumulam nas paredes das artérias. Com o tempo, essas placas podem causar um estreitamento das artérias, reduzindo o fluxo sanguíneo para as extremidades. Isso pode resultar em uma série de sintomas e complicações.
Aterosclerose é uma doença sistêmica; 50 a 75% dos pacientes com DAP também têm resultados clinicamente significativos de doença coronariana (DC) ou doença cerebrovascular. No entanto, a doença coronariana pode ser silenciosa, em parte porque a doença arterial periférica pode impedir que os pacientes se esforcem o suficiente para desencadear angina.
O diagnóstico da DAP é geralmente feito através de exames como o índice tornozelo-braquial (ITB), ultrassonografia Doppler, angiografia e outros testes de imagem.
O tratamento visa melhorar o fluxo sanguíneo e aliviar os sintomas, e pode envolver mudanças no estilo de vida (como parar de fumar, controlar o diabetes e fazer exercícios), medicamentos e, em casos graves, procedimentos cirúrgicos para desobstruir ou reparar as artérias.
Angioplastia transluminal percutânea (ATP)
A ATP com ou sem inserção de stent é o principal método não cirúrgico para dilatar as oclusões vasculares. A ATP com inserção de stent pode ser melhor em manter a artéria aberta do que a compressão por balão isolada, com menor taxa de reoclusão. Os stents funcionam melhor em grandes artérias com alto fluxo (ilíaca e renal); são menos úteis para artérias menores e para oclusões longas.
Indicações para ATP são semelhantes aos da cirurgia:
A ATP é menos útil para doença difusa, oclusões longas e placas calcificadas excêntricas. Essas lesões são particularmente comuns em pacientes com diabetes, muitas vezes afetando pequenas artérias.
As complicações da ATP incluem trombose no local da dilatação, embolização distal, dissecção da íntima com oclusão por um retalho e complicações relacionadas com o uso de heparina.
Selecionando adequadamente os pacientes (com base na angiografia completa e adequada), a taxa de sucesso inicial aproxima-se de 85 a 95% para artérias ilíacas e 50 a 70% para artérias de coxa e panturrilha. As taxas de recorrência são relativamente altas (25 a 35% em ≤ 3 anos); repetir a ATP pode levar ao sucesso.
Nossa paciente passou por um protocolo personalizado pela Dra. Carla Sagradas, feito em etapas, que uniu tecnologia e procedimentos estéticos para um resultado sutil e visível. A combinação do Ultraformer MTP Full Face com o Bioestimulador de Colágeno Radiesse, potencializando os resultados com estímulo até 7x maior de colágeno.
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